sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

As vantagens de acordar cedo e como conseguir essa proeza

O primeiro ponto: se não tiver um motivo forte para acordar mais cedo você simplesmente não vai levantar no horário.

Um novo estudo realizado pela jornalista norte-americana Laura Vanderkam reporta que as pessoas que são matinais têm um nível de sucesso maior do que as outras. Para a pesquisa ela entrevistou diversas pessoas, entre eles o antigo CEO da PEPSI Steve Reinemund que ia para a esteira às 5 da manhã antes de começar seu expediente. 
Eu resolvi testar a pesquisa acordando uma hora mais cedo e, particularmente, eu tenho que concordar. Essa hora adicional no dia faz muita diferença. E a questão não é só acordar mais cedo, mas o que você pode fazer nesta hora a mais. No meu caso, a hora extra foi super positiva para dar andamento a algumas coisas importantes como, por exemplo, a leitura de alguns livros, a preparação de relatórios da minha empresa, pensar na estratégia da empresa, etc. Coisas que eu faria, mas com essa hora adicional eu fiz isso e muito mais. Eu tinha uma média de planejar 7h para 10h de trabalho, com isso eu consegui aumentar meu planejamento em uma hora.
Você não precisa necessariamente trabalhar nessa hora extra. Você pode fazer um esporte, meditar etc. Em alguns dias eu aproveitei e fui para o tênis. Descobri que durante o jogo meu corpo não tem o mesmo rendimento pela manhã, porém ao longo do dia o exercício logo cedo faz muito bem.
Claro que tem uma questão de biorritmo altamente individual, onde cada pessoa sabe o seu melhor período para ser produtiva. Porém, se você realmente se propõe a acordar mais cedo para tocar suas atividades mais importantes, você tem uma série de vantagens. Primeiro porque o período da manhã em geral contém poucas chances de você ser interrompido. É você com você. Segundo, porque se você teve uma boa noite de sono, está recuperado e isso ajuda você e seu cérebro a pensarem melhor, tomar boas decisões e ter boas ideias.
Tirando essas pessoas que nunca serão produtivas pela manhã, existem alguns macetes que você pode fazer para conseguir acordar mais cedo. Selecionei algumas dicas interessantes:

1) Ache um propósito – Se não tiver um motivo forte para acordar mais cedo você simplesmente não vai levantar no horário! Se você precisa praticar exercícios, por exemplo, e esse seria o único horário disponível, estabeleça esse propósito na sua mente. Pense sempre nos resultados que levantar naquele horário poderá trazer para você, para a sua saúde.

2) Faça esporte a noite – Já foi comprovado que aquela história que esporte de noite prejudica seu sono é puro mito! Se você se exercitar corretamente antes de dormir, terá um sono mais recuperador e terá mais disposição durante sua manhã.

3) Discipline seu corpo a dormir um pouco mais cedo – Não adianta querer dormir 1 hora mais cedo, vai ser quase impossível. Agora se você for dormir 15 minutos antes do seu horário, em alguns dias conseguirá disciplinar seu corpo a antecipar seu sono. E assim gradativamente, quando se der conta em poucos meses conseguiu estabelecer um novo padrão de sono.

4) Durma bem – Sem uma boa noite de sono, será impossível acordar cedo, pois provavelmente estará cansado. Existem várias soluções, a primeira é aliviar sua cabeça. O que eu faço é escrever, parece que limpa a cabeça. Existe também um APP para smartphones chamado Relaxer que toca umas "musiquinhas" feitas para ativar seu sono profundo. Em alguns casos você terá de consultar um médico, existem patologias simples de resolver, mas que quando não tratadas prejudicam seu sono.

5) Prepare seu ambiente – Já foi comprovado que as pessoas que desligam a TV e computador com pelo menos uns 45 minutos de antecedência de deitar, têm maior facilidade para dormir. Isso aliado a um quarto escuro ajuda a estimular seu sono, devido a reações químicas no seu cérebro. Faz parte do seu ambiente também um bom colchão e um bom travesseiro.

6) Coloque seu despertador longe – Costumo colocar meu despertador longe para ter que levantar. Outra coisa que pode ajudar é colocar dois ou três alarmes diferentes, assim vai ser despertado mais fácil.
Não existe uma receita de bolo, cada corpo reage de forma diferente e para se adaptar é preciso dar tempo ao tempo, ou seja, não adianta acordar cedo hoje, pular amanhã e voltar depois. É preciso dar rotina ao seu corpo.

Fonte: BARBOSA, Christian. As vantagens de acordar cedo e como conseguir essa proeza. Dezembro de 2012. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/as-vantagens-de-acordar-cedo-e-como-conseguir-essa-proeza/65953/. Acesso 07 de Dezembro de 2012.

 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Por que nós gastamos tanto dinheiro?

O dinheiro como unidade de medida do ser humano

Os adventos da revolução industrial trouxeram consigo mudanças significativas na forma como as pessoas entendem o meio à sua volta. A principal delas talvez seja a nossa incapacidade de avaliar qualquer coisa fora de uma perspectiva quantitativa, mesmo que de forma indireta. Ou seja, nossas escolhas são orientadas sempre por quantidades, mesmo que de elementos intangíveis como o quanto de satisfação ou de prazer esperamos sentir numa alternativa.
No entanto, quando essas escolhas estão relacionadas a aceitar ou rejeitar as pessoas do nosso convívio, pode ser difícil encontrar uma unidade de medida coerente o bastante para definir o quanto bom ou o quanto importante alguém é.
Tendo em vista a relevância do dinheiro na manutenção da vida, ele acabou assumindo o papel de principal unidade de medida do ser humano. Através dele, nós tendemos a estimar o valor das pessoas, e assim nos sentimos mais ou menos aceitos, de acordo com o quanto somos capazes de demonstrar essa riqueza. O que normalmente resulta no desejo de consumir para ostentar o poder aquisitivo, evitando a rejeição dos demais.

O conceito de necessidade é flexível

O fato é que poucas coisas são verdadeiramente necessárias à manutenção da qualidade de vida e quase todas elas poderiam ser compradas por um custo muito menor. No entanto, somos capazes de estabelecer um conjunto de valores e princípios para enviesar o modelo lógico com o qual fazemos as escolhas. Trata-se de argumentos como "é uma festa importante e por isso eu preciso ir com uma roupa nova"; "eu sempre quis comprar um desses (para enfeitar o interior do guarda-roupas)"; ou o clássico "não, mas eu realmente estava precisando disso (agora que eu vi na vitrine)". Enfim, havendo o desejo, nós esquematizamos a necessidade.

O cérebro e o seu bolso

Há um grupo de estruturas cerebrais que juntas formam o chamado sistema de recompensa. Através do fluxo de determinados hormônios nessa região, o cérebro estimula o indivíduo a executar ações que ele acredita serem necessárias à preservação da sua integridade física.
Esse mecanismo entende a sua aceitação em um determinado grupo social como sendo um recurso de proteção, e pela sua segurança ele passa a estimular as ações que deverão trazer o máximo possível desse benefício, de acordo com as suas crenças, no caso, comprar mais significa ser mais aceito e por consequência estar mais seguro.
De modo geral, fica clara a relação entre a necessidade de gastar e a necessidade de ser aceito pelos demais. O que na prática não se justifica. Precisamos dar um passo adiante na superação desse viés tão comum e procurar a realização pessoal nas conquistas verdadeiramente capazes de beneficiar a nós e ao maior número possível e pessoas, o que quem sabe, venha justamente de um uso mais inteligente do nosso dinheiro.

Fonte: SOUZA, Pedro. Por que nós gastamos tanto dinheiro? Disponível em:
http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/por-que-nos-gastamos-tanto-dinheiro/67602/#.UL5Nya-gO3U.facebook. Acesso em 30 de Novembro de 2012.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

9 coisas que um chefe não pode dizer ao empregado

Frases como "eu não quero ouvir reclamações" e "eu pago o seu salário" desmotivam os profissionais e refletem despreparo da liderança.

Uma reportagem publicada pela Forbes apontou nove frases que os líderes nunca devem dizer aos seus empregados. Confira:
 
"Eu pago seu salário. Você tem que fazer o que eu digo". Segundo a reportagem, ameaças e jogos de poder não são o caminho para inspirar lealdade ou grande performance dos profissionais. Grandes executivos inspiram e encorajam sua equipe. Os bons líderes não precisam ameaçar.

"Você tem muita sorte em receber este bônus. Outras empresas estão dando apenas um peru congelado a seus empregados". Um líder sábio reconhece que são seus funcionários que produzem lucros. Um gerente brilhante deve ficar em recompensar os seus funcionários que contribuem para o bem-estar de uma organização.

"Eu estava aqui ontem à noite até tarde e na manhã de sábado. Onde você estava?" Não é porque o chefe trabalha sete dias por semana que os seus funcionários têm de fazer o mesmo.

"Você deve estar aqui porque nós não vamos discriminar você por ser mulher". Um grande chefe nunca vai discriminar e não irá fazer com que o profissional se sinta vulnerável, direta ou indiretamente, indepententemente de seu sexo, filiação política ou religiosa ou raça. Comportamento como este é grosseiro.

"Nós temos que cortar custos (ao mesmo tempo que um gerente da empresa está ganhando uma sala nova)". Quando a empresa passa por momentos difíceis, os profissionais respeitam os chefes que enfrentam os desafios juntos com eles. Em épocas de “vacas magras”, os gestores devem dar o exemplo.

"Eu não quero ouvir suas reclamações". Como chefe, a pessoa tem de procurar manter o feedback com os profissionais constantemente, mesmo que eles tenham somente comentários negativos para fazer. Um líder deve ouvir com a mente aberta e considerar as questões levantadas por seus subordinados.

"Nós sempre fizemos assim". Esta declaração é uma maneira de esmagar a inovação. A maneira mais indicada é para perguntar: "O que você sugere podemos fazer para melhorar?" Lembre-se que os funcionários sabem o que pode e deve ser feito para melhorar qualquer tarefa. Os gestores devem incentivar os profissionais a encontrar soluções criativas e recompensá-los por isso.

"Você está fazendo um péssimo trabalho". Os gestores precisam comunicar claramente suas as expectativas. Eles devem dar aos profissionais recursos, orçamentos, prazos, formação e apoio que precisam para fazer o trabalho. Eles também têm de pedir aos subordinados que repitam as instruções recebidas para garantir que eles entenderam perfeitamente o que está sendo pedido. Muitas vezes, o erro está na comunicação que não é muito clara.

"Você é estúpido, o pior de todos". Palavrões, raiva e menosprezo são uma lança no coração dos trabalhadores. Os chefes devem se comportar com civilidade e profissionalismo. 

Fonte: Redação, Administradores.com. Disponível em:http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/9-coisas-que-um-chefe-nao-pode-dizer-ao-empregado/68859/.

sábado, 1 de setembro de 2012

8 coisas que você precisa entender sobre pessoas para liderar equipes!

"Saber administrar pessoas é o grande segredo para o exercício de uma liderança eficiente e respeitada."
Você é um gerente financeiro de uma companhia? É o vice-presidente de operações? Ou quem sabe o diretor de desenvolvimento? Não importa. No fundo, você é um gestor de pessoas. Independentemente da indústria, da empresa, ou mesmo do título do cargo, todos os gerentes são gestores de pessoas, toda gestão é uma gestão de gente.
"No primeiro instante em que um profissional se torna gerente, deixa para trás o papel de 'contribuinte individual', no qual  ainda era avaliado pelo seu próprio desempenho. Competente, assume a nova função e, de uma hora para outra, passa a ser responsável por muito mais do que imaginou alguma vez produzir por conta própria. Nesse momento, sua responsabilidade passa a ser sobre toda a produção de sua equipe", comenta Pablo Aversa, sócio da Alliance Coaching.
Para o especialista em carreiras, o profissional que é responsável pelos resultados de um grupo de pessoas precisa saber algumas coisas importantes sobre gente: 

Pessoas são indivíduos

Independentemente das generalizações que virão a seguir, é importante lembrar-se de que não existem duas pessoas iguais. Elas têm sonhos individuais e preocupações individuais. Suas mentes funcionam de forma diferente. Ouvem e enxergam de forma diferente. E, principalmente, são motivadas por coisas diferentes.

Pessoas são imprevisíveis

Ficam com raiva. Ficam preocupadas. Algumas vezes choram, ou gritam, ou se isolam (e ainda fazem beicinho). Não importa o quanto já tenha trabalhado com gente, você nunca vai estar completamente seguro de como vão reagir.

Pessoas são egoístas

Pessoas cuidam de si mesmas. Sabem que ninguém, nem mesmo o esposo ou a esposa, está tão preocupado com seu bem-estar quanto elas mesmas. Podem até não saber qual é a melhor forma de conquistá-lo, mas sabem muito bem o que consideram ser o melhor para elas e correm com afinco atrás disso. Algumas são melhores que outras nesse aspecto, mas pode ter certeza: todas desejam esse bem-estar.

Pessoas são generosas

Se as pessoas são egoístas, como então também podem ser generosas? Veja, são generosas porque, mesmo quando cuidam de si, trabalham de forma colaborativa para ajudar os demais a chegar lá. Elas vão correr atrás primeiro daquilo que consideram sua fatia justa, mas, tão logo conquistem seu quinhão, vão cuidar dos demais.

Pessoas são volúveis

O que funcionou na semana passada, ou mesmo ontem, pode não funcionar hoje. A recompensa ou o desafio que motivou alguém anteriormente pode não mais funcionar, simplesmente porque algo mudou no universo dela.

Pessoas são medrosas

Algumas pessoas são mais medrosas que outras. Outras escondem isso melhor. Mas todo mundo tem medo de algo. Seja o medo de perder o emprego, de parecer tolo na frente dos demais ou de não alcançar a meta pela primeira vez em dez anos, não importa: todos nós temos medos. E até que você lide com os medos delas, as pessoas vão continuar a se focar naquilo que as preocupam, em vez daquilo que você quer que elas façam.

As pessoas são um barato

A somatória das individualidades acima é o que acaba fazendo com que as pessoas sejam interessantes. E mais: isso é o que faz com que elas sejam um barato. Como gestor de gente, você nunca terá um dia chato. Alguns dias serão melhores que outros. Alguns dias vão fazer você querer gritar e espernear. Mas, com certeza, nenhum dos seus dias vai ser chato. Agora, se você não curte gente, não se envolva com gestão, pois isso vai acabar sugando todo o prazer que, de alguma outra maneira, o seu dia poderia lhe proporcionar.

Gente quer ser liderada

Como gestor de gente, você deve ir além e ser líder de gente. Se você não liderar as pessoas, alguém vai. Pode ser outro funcionário do departamento (afinal, liderança é uma habilidade, não um atributo que vem com o cargo) ou pode ser um gerente de outra área. O ponto é que, com certeza, elas vão seguir alguém e alguém será o líder delas.
"Sempre procuro lembrar meus clientes que as pessoas não podem ser empurradas muito longe ou por muito tempo, mas certamente podem ser conduzidas por um longo caminho", afirma Aversa. Para ele, é trabalho do líder ficar à frente, compartilhando uma clara visão e conduzindo sua equipe ao longo da jornada.

Em suma, para ser um gerente, o profissional deve ser um gestor de pessoas. Cada uma delas é única, da mesma forma que o executivo que ocupa a gerência também é. Portanto, é necessário encontrar o que motiva cada um dos funcionários e o que os desencoraja; usar a singularidade deles para harmonizar as habilidades disponíveis e montar um time fora de série. Mais do que isso, é importante se posicionar à frente e liderar, ou seja, ser um gestor de gente. 

 Fonte: Redação, Administradores.com. Disponível em: http://www.administradores.com.br/informe-se/carreira-e-rh/8-coisas-que-voce-precisa-entender-sobre-pessoas-para-liderar-equipes/59000/

 

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Tudo que vicia começa com "C"

"Os vícios vêm como passageiros, visitam-nos como hóspedes e ficam como amos." Confúcio.

Há momentos na vida de um ser humano em que ele se vê sem nada realmente interessante pra fazer. Assim, sem companhia, computador ou iPod e com celular fora de serviço, numa viagem de ônibus para Cruz Alta, fui obrigado a me divertir com os meus próprios pensamentos. Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios.
Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra c! De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê.
Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê.
Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c.
Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum. Impressionante, hein?
E o chocolate? Este dispensa comentários. Vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana.
Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade… cinco.
Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra c. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito.
Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura.
Texto de autoria de Ricardo Mallet, disponível em:http://blog.ricardomallet.com/2009/11/30/tudo-que-vicia-comeca-com-c/

sábado, 26 de fevereiro de 2011

VÍDEO MOTIVACIONAL - Faça a diferença, deixe seu legado!

GESTÃO DE PESSOAS - Eficácia em contratações

Saiba contratar e não seja demitido pelo mercado

A Administração dos recursos humanos representa em sua maioria a área de maior influência nos resultados de uma empresa.

Gerenciar pessoas, envolve muito mais que simplesmente atuar no planejamento e gerenciamento dos subsistemas de gestão de pessoal. Realizar corretamente os processos de treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho, atuar no gerenciamento de cargos e salários, rotinas de pessoal, benefícios, identificar e desenvolver novos de talentos.

Gerenciar efetivamente os recursos humanos implica em realizar corretamente o processo inicial, ou seja, o recrutamento e a seleção.

Recrutar e selecionar pessoas é um processo árduo e que merece a devida atenção de todos os envolvidos, uma vez que, é através do mesmo que os novos colaboradores serão inseridos no ambiente organizacional, passando a fazer parte da organização e conseqüentemente dos seus resultados.

Normalmente, a maioria das empresas transmite esta ação a profissionais preparados e qualificados para tal atribuição, sendo estes psicólogos ou administradores especializados nessa área.

Ocorre que, na maioria das vezes as organizações concedem essa competência a profissionais despreparados e mal qualificados realizando de maneira insatisfatória e desqualificada este processo.

- O que não deve ser questionado durante uma entrevista?

Subjugar uma informação durante uma entrevista pode prejudicar não somente o candidato, mas também a imagem da empresa.

As perguntas devem ser concisas e estritamente profissionais. A vida pessoal do candidato não deve ser colocada em questão, visto que, o que acontece fora do ambiente e expediente de trabalho, desde que, não interfira nas ações da empresa, só diz respeito a pessoa, e não compete a empresa entrar nesse mérito.

- Como as empresas devem lidar com as saídas dos funcionários, principalmente com os custos provenientes da rescisão?

Não há dúvidas que, a saída precoce de um funcionário demande custos e despesas. Não se identificar com o cargo, com o ambiente de trabalho, com seus superiores e com outros fatores organizacionais, ocasiona na rescisão ainda no período de experiência.

Entretanto, mesmo não sendo agradável para ambas as partes, isso é absolutamente comum e as empresas precisam aprender a lidar com isso.

Oferecer credibilidade, confiabilidade e segurança aos novos colaboradores, têm ajudando muitas empresas a reduzirem seu turnover* e conseqüentemente a obter um ambiente de trabalho mais agradável e desenvolvido.

Mas, se durante o processo de contratação o colaborador se deparar com intimidações dessa natureza, compreendendo inclusive que isso acontece com freqüência na empresa, ao aceitar o cargo isso se tornará a repetir, pois não existe credibilidade e segurança passado por quem deveria dar boas vindas ao novo funcionário.

Na verdade, muitos empreendedores não estão cientes do que acontece com a gestão de pessoal de sua empresa e, na maioria das vezes não acompanha de perto esse processo, justamente por entender que o profissional de recursos humanos designado para tal, atue de maneira eficaz nesse quesito.

Todavia, são surpreendidos com altas taxas de rotatividade de pessoal, desmotivação constante, queda e ineficiência nos resultados.

Que atitude tomar nesse caso?

A resposta é simples. Saber recrutar e selecionar o profissional dessa área.

Fazendo uma contratação efetiva, conseqüentemente as outras contratações serão bem-sucedidas e tendo uma equipe altamente treinada e qualificada os resultados serão prósperos e desejáveis.

*Turnover= rotatividade de pessoal.

“Os verdadeiros líderes não formam apenas seguidores, formam outros líderes!” César Souza

Postado por José Valter da Silva.

Autoria do artigo SILVA, José Valter, 2011.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

ESTRATÉGIA EM FOCO OPERACIONAL


Princípios de uma Organização focada na Estratégia

Mapas estratégicos: trata-se de nada sofisticado. Colocar roteiros (entradas e saídas). Neste ponto, há a fala e a visualização.
O sistema de controle de resultados é composto a partir de uma anotação simples.

BALANCED SCORECARD:
O Balanced Scorecard é um mecanismo de controle empresarial, no qual enfatiza 4 grandes áreas ou níveis, que a partir desses pode-se criar 4 objetivos estratégicos.
Sua principal finalidade é a mensuração dos resultados.
A seguir um modelo de um Balanced Scorecard:


Considerações sobre as áreas do Balanced Scorecard:
Financer: trata-se dos objetivos financeiros de longo prazo e relacionando-os às ações que precisam ser tomadas em relação às demais perspectivas, para que o desempenho econômico seja alcançado no longo prazo.
Customer: traduz a missão estratégica da empresa em objetivos específicos para segmentos focalizados que podem ser comunicados a toda a Organização.
International: constitui-se na análise dos processos da Organização, incluindo a Organização dos recursos e das capacidades necessárias para elevar o nível interno de qualidade.
Inovation: o objetivo dessa perspectiva é oferecer a infra-estrutura que possibilita a consecução dos objetivos ambiciosos nas outras perspectivas.

A habilidade de uma Organização inovar, melhorar e aprender relaciona-se diretamente com seu valor.
Ainda dentro desse conceito, torna-se necessário algumas atitudes de melhorias e eficácia:
• Destituir-se de vaidades: tomar opiniões do “chão de fábrica”. Saber ouvir e saber encorajar.
• Usar de metodologia: deve-se ter um foco específico, bem como, realizar uma espécie de investimento sobre o mesmo, pois somente assim torna-se mais fácil o seu controle e sua mensuração.

Governança Corporativa:
Verificar os custos:
• Quanto custa manter determinado produto?
• Quanto custa manter determinado projeto?
Em suma deve-se avaliar o custeio por atividades, visto que, existem atividades que são lucrativas e atividades que não são lucrativas (saber lidar com isso).
Determinar e controlar:
• Custos fixos;
• Custos variáveis;
• Centro de custos.

Para melhor desempenho do centro de custo, torna-se viável uma subdivisão de custos, ou seja, subdividir por setores, departamentos e/ou áreas.
Uma boa Governança Corporativa é importante para investidores profissionais como:
• Grandes instituições: atribuem a Governança Corporativa o mesmo peso e aos indicadores financeiros quando avaliam decisões de investimento.
Um exemplo de Governança Corporativa é a Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA, onde é feito o controle de ações. Venda, compra e o gerenciamento de ações de forma bastante eficaz e positiva.

O principal papel da Governança Corporativa é evitar fraudes e crimes financeiros. Criando assim, indicadores de acompanhamento com elevada eficácia e também criar confiabilidade no sistema contábil.
CADE: Conselho de Administração e Desenvolvimento deve ser bem estruturado e conhecedor dos ambientes empresariais, tanto interno quanto externo.
Entretanto, as informações precisam ser corretas e verídicas, não devendo ser “mascaradas”.
Um alinhamento da Organização à Estratégia envolve basicamente:
• Papel Corporativo;
• Sinergia às estruturas;
• Sinergia dos serviços.
Bem como, um trio fundamental:
• Qualidade;
• Custos e;
• Prazo.

Mensuração nas Organizações:
A mensuração nas organizações, é feita para a otimização dos resultados, isto é, o controle dos dados e informações obtidas para o sucesso.
O custo da mão-de-obra em banco não é significativo, uma vez que, não representa mudança nos resultados.

Permear a Estratégia:
• Foco Estratégico;
Scorecard pessoais;
• Remuneração balanceada.
• Direção e rumo para as pessoas;
Todavia, uma Organização que visa o crescimento e sua penetração no mercado precisa obrigatoriamente considerar seu quadro de pessoal, isto é, dar importância aos seus Recursos Humanos (pessoas).
• Estímulo ou melhoramento (exposição dos resultados), visto que, ninguém gostaria de ver seus resultados negativos sendo expostos para todos.
• Política de Recursos Humanos: é composta de alguns critérios cruciais:
• Critérios para Recrutar e Selecionar;
• Critérios para Treinar e Desenvolver;
• Critérios para Remunerar, e assim sucessivamente.
Uma pergunta importante neste processo é:
“O que estamos medindo, é realmente o que esperamos?”

Uma frase para reflexão sobre esse assunto:
“Tem gente que reza todas as manhãs, pedindo aos céus, mas continua sendo o mesmo lobo em pele de cordeiro.”

A mensuração das riquezas produzidas, só se torna eficaz, se a elaboração e o desenvolvimento dos resultados ocorrerem como tal.
Mais uma vez, vale ressaltar que, 80% das vendas ocorre através do contato visual, ou seja, o coração não sente o que os olhos não vêem.

Mobilização da Liderança:
A mobilização da Liderança envolve basicamente:
• Administração Estratégica e;
• Governança Corporativa.
Entretanto nas empresas, temos dois níveis ou tipos de resultados humanos.
O primeiro deles ocorre efetivamente pelas pessoas que realizam a produção propriamente dita, isto é, a execução das atividades (operacional).
O segundo é composto pelos líderes, ou nível Tático, de comando, dirigência.

No que consiste uma Vantagem Competitiva?
Implica basicamente em ter algo a mais, isto é um diferencial que se destaque dos de seus concorrentes.
Portanto, as Estratégias precisam ser elaboradas com base nessa vantagem, pois se esse é meu ponto forte, é nele que devo investir.
Dentre as oportunidades empresariais, podemos destacar 3 delas:
• Fazer a onda;
• Ser a onda e;
• Deixar ser levado pela onda.
Ex: Coca-Cola e Bom Bril.
Uma vez que, estas empresas citadas acima, possuem vários concorrentes, porém elas são únicas (pioneiras).

No contexto de Estratégia, pode-se considerar:
• Plano;
• Padrão;
• Posição e;
• Perspectiva.
Diante disso, precisamos saber o que faz o nosso negócio sofrer. Ou seja, indagarmos sobre o que nos fragiliza.
Realizar perguntas que não serão respondidas facilmente, ou sem respostas.
Entretanto, para a formulação das estratégias, torna-se necessário conhecer como o mercado se comporta em relação aos bens e serviços relacionados ao nosso negócio.
“Quem não sabe de onde vem, não sabe pra onde vai”.

Dimensionamento da empresa:
Análise econômica:
O Limite extensivo trata-se dos custos fixos, isto é, os custos que tenho que pagar, porém não faço o uso dos mesmos de maneira direta.
Uma análise econômica bem realizada pode auxiliar na ampliação ou instalação de uma nova unidade de produção.
Alguns autores dizem que é um erro copiar as estratégias dos outros. Portanto o Benchmarking deve ser feito de forma eficaz, sendo único. Considera-se um erro também, entrar na competição na mesma base do concorrente.
“O sucesso incomoda”.

Não podemos oferecer a mesma coisa, da mesma forma que o meu concorrente, mas sim oferecer a mesma coisa, mas de maneira bem melhor, demonstrando melhorias nos serviços.

É fácil crescer, difícil é manter-se e criar valores ao longo do tempo.
Precisamos pensar e agir de forma em que os negócios sejam nossas vidas, de forma continua criando valores.
O mesmo que pensar em valores agregados no longo prazo, pois em certas coisas que levamos 5 anos para conquistar e 1 ano para perder.

Pra encerrar, fica aqui uma frase que particularmente gosto bastante e que serve de exemplo para que nos encorajamos e possamos trilhar nossos caminhos deixando também o nosso legado.
"A excelência pode ser obtida se você se importa mais do que os outros julgam ser necessário; se arrisca mais do que os outros julgam ser seguro, sonha mais do que os outros julgam ser prático, e espera mais do que os outros julgam ser possível."
Vince Lombardi

Referências:

MINTZBERG, Henry. Safári da estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre, Ed. Bookman, 2000.

MINTZBERG, Henry. O processo da estratégia: conceitos; contextos e casos selecionados. Porto Alegre. Ed. Bookman, 2006.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

MOTIVAÇÃO PESSOAL

Felicidade onde encontrá-la?

Certamente qualquer pessoa já se deparou com essa pergunta. Onde encontrar a felicidade? Como encontrar? E até mesmo como mantê-la?
Todavia, a resposta para essas e demais questões, certamente não são tão simples de serem respondidas.
Há pessoas que, buscam ser felizes através de formas simples, objetiva e saudável, outras não.
Há aquelas que por mais satisfeitas que estejam com sua vida, sempre encontram um motivo para reclamar e/ou questionar sobre sua situação seja ela qual for.
A verdade é, que nem todas as pessoas pensam, agem e tomam atitudes semelhantes, e por esse motivo possuem ânsias e expectativas distintas.
Logo, tomando como referência a realidade atual em que vivemos e diante dos mais diversos fatos que ocorrem ao longo da nossa vida, pode-se perceber que, na maioria das vezes um simples e pequeno gesto de solidariedade que para alguns pode parecer banal, para outros pode ser o algo que faltava para ser feliz.
Em nossa sociedade, nos deparamos com pessoas que vivem constantemente em busca de sucesso profissional, buscando a cada dia o emprego ou a carreira de seus sonhos, agindo muitas vezes de forma desleal para conquistar isso. Não que a busca pelo sucesso seja ruim, pelo contrário, devemos visar o progresso e a auto-realização pessoal e profissional, mas devemos fazer isto de maneira saudável e correta, visto que, assim estaremos conquistando o sucesso e não correndo atrás dele.
A partir do momento que as pessoas tornarem-se cientes de que o propósito da vida é viver, e viver bem, respeitando os limites e direitos do próximo, possuindo uma espécie de amadurecimento, estas darão conta de que, a felicidade não está além daquilo que imaginamos, entretanto, a felicidade está nos gestos, nas ações e nas atitudes que tomamos para sermos felizes.

“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.” Mahatma Gandhi

Postado por José Valter da Silva.

Autoria do artigo, SILVA, José Valter, 2009.

sábado, 3 de outubro de 2009

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NAS ORGANIZAÇÕES

DESVENDANDO A ESTRATÉGIA.

Origem da palavra Estratégia:
Vem do grego antigo – Strategos.
Stratos – Exército e Ago – Comando/Liderança.
Quando falamos de pensamento estratégico, logo nos deparamos com a metáfora de guerra. Uma vez que, estratégia é a ciência das operações militares, isto é, a estratégia nasceu em função das guerras/batalhas. Diante disso, o uso da expressão “vencer ou morrer”, assim como na vida empresarial, ou você adota estratégias eficazes e vence seus concorrentes ou está sujeito a falência.
Falando de maneira bem especifica, podemos descrever a estratégia como sendo uma combinação engenhosa para conseguir um fim, ressaltando que, tudo se inicia do pensamento e este por sua vez gera estratégias.
Ainda dentro do conceito estratégia, vale ressaltar que, nem todos podem fazer o uso da mesma, por exemplo, quem trabalha somente nos níveis táticos e operacionais.
Quem trabalha no nível operacional geralmente trabalha no “escuro”, sem ter uma visão do futuro, ou seja, os tomadores de decisão optam pela melhor estratégia ou a que possui melhor propensão de trazer um resultado positivo, e assim delegam a execução dessa estratégia a área laboral, e esta por sua vez, somente executa sem ao menos saber o resultado (feedback) da mesma.
Considerando os níveis Organizacionais, vale ressaltar alguns pontos;

Nível Alto (Estratégico): é a parte da formulação do pensamento. Nesse nível, monta-se e elabora-se o planejamento, há espaço para receio, isto é cautela.
Dentro desse contexto deve-se estar atento aos sinais, uma vez que, alguns sinais são visíveis e perceptíveis, podendo ser corrigidos. Vale ressaltar que, o sinal deve ser percebido através dos ruídos, não devendo estes ser evidentes.
No nível Alto ainda podemos realizar um ajuste da rota, isto é, para onde estamos caminhando? Estamos indo de acordo com o que foi estabelecido? É nesse ponto que devemos acompanhar a Missão, Visão e Valores da Organização, pois trata-se do Macro ambiente.

Nível Intermediário (Tático): implica em estabelecer normas, procedimentos, enfim algo que já foi pensado e que precisa ser executado.
Neste nível o receio deve ser suprimido, visto que, há pouco tempo para pesquisa.
Os sinais dentro desse nível são mais evidentes, portanto os ruídos se tornam mais intensos, pois espera-se que o estrategista já tenha tomado conhecimento sobre os mesmo (captação). Seria algo que veio automaticamente do nível Alto para o nível Intermediário.
Neste ponto, deve ser trabalhada a questão da adaptação aos ajustes. Projetos. "Colocar o carro na estrada", conforme objetivos já estabelecidos.

Nível de Supervisão (Operacional ou Laboral): trata-se da execução propriamente dita. Geralmente não há tempo para mudança (é o que é), ou seja, apenas deve-se executar, sem comentários. Normalmente muitas coisas acabam “estorando” nesse nível.
Nesse nível os sinais não são mais ruídos, são evidentes e imediatos.
Trata-se do Micro ambiente, metas operacionais e planos pontuais.
Entretanto, um conjunto de metas é o desdobramento dos objetivos.
Se a execução for bem concluída, significa que atingimos os objetivos propostos, e conseqüentemente estamos conduzindo a Organização para as estratégias que foram pensadas.

Construção das estratégias:
O pensar, o agir estrategicamente é avançar com entusiasmo, ESTOICISMO, coragem inata e ambição dominadora e longa experiência com o perigo, tudo isto para os objetivos não parecerem difíceis.
Um objetivo, num primeiro momento pode parecer difícil, mas se uma guerra parecer difícil, as pessoas já entram derrotadas, ou seja, nada é fácil, portanto deve-se estabelecer critérios de importância e seguir em frente sem medo de perder.
Não existe batalha fácil, pois se fosse fácil qualquer um poderia competir. A incerteza sempre serve como fonte de ajustamento de rota.
“Os verdadeiros estrategistas não podem lamentar a incerteza, mas tomá-la como manancial de toda sua arte.”

Adquirindo vantagem competitiva:
Ter vantagem competitiva é estar à frente do concorrente, nada mais do que ser pioneiro em determinadas situações.
Ex: consolidar o setor.
Outrossim, consolidar o setor, trata-se de aprofundar o conhecimento nessa área e tirar vantagem sobre isso (diferencial).
Invadir determinadas situações, isto é, chegar primeiro. Além de comprometer-se com a situação (envolver-se).
Busca da liderança, buscar ser ou estar entre os primeiros.
Deve-se avançar em tecnologia, desenvolver métodos eficazes utilizando a tecnologia existente na empresa e sempre pensar nas despesas operacionais, bem como, nas despesas financeiras.
Exemplo: Uma empresa bastante conceituada no mercado que, possui uma excelente quantidade de vendas e clientes fiéis, de repente “quebra”.
O que isso quer dizer?
Nem sempre o desempenho operacional poderá trazer problemas, neste caso a falência ocorreu em virtude de problemas financeiros (dinheiro em caixa insuficiente para pagar as despesas).

Considerações sobre a Estratégia:
Não temos estratégias prontas nem montadas, visto que, a estratégia é algo abstrato que devemos buscar respondendo as seguintes questões:
Qual a estratégia certa?
Qual a estratégia ajustável?
Não podemos ver adiante, sem ter algo em mente, pré-estabelecido. Assim como, ver atrás, analisar o contexto histórico:
Como chegamos até aqui?
Qual era nossa perspectiva?
Trata-se da análise dos dados passados.

Palavras comumente utilizadas nesse contexto:

ESTOICISMO: livra-se das coisas difíceis, ou incômodas. Livrar-se das adversidades.
PARADIGMA: é tratado como o castigo do homem, pois tende a acomodar em determinada situação. Muitas vezes, essa situação é desfavorável, mas mesmo assim, insistimos em ficar (zona de conforto).
BENCHMARKETING: buscar as melhores referências, buscar a melhores idéias.
EGRÉGORA: reunião de um grupo de pessoas, com um objetivo bom. Energia positiva ou atmosfera grupal.

“Ao olharmos a floresta do alto, avistamos um tapete.”

Referências:

MINTZBERG, Henry. Safári da estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre, Ed. Bookman, 2000.

MINTZBERG, Henry. O processo da estratégia: conceitos; contextos e casos selecionados. Porto Alegre. Ed. Bookman, 2006.

José Valter da Silva. 03/10/2009.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

RECURSOS HUMANOS - MOTIVAÇÃO


Auto-estima e o fator Motivacional

Pra início de conversa, vamos destacar o que é Auto-estima.
A Auto-estima é a opinião e o sentimento que cada um tem por si mesmo. É ter consciência de seu valor pessoal, acreditar, respeitar e confiar em si.
Quando unificamos a auto-estima com o amor-próprio, sanamos qualquer tipo de eventualidade adversa à normalidade que possa vir a ocorrer, isto é, doenças emocionais, tristezas, angústias ou sensações de mal-estar simplesmente desaparecem, uma vez que, enviamos para nosso cérebro somente mensagens positivas e agradáveis e este por sua vez as liberam em nosso organismo.
A auto-estima é formada na infância, geralmente até os 7 anos de idade, quando começamos a criar e estabelecer nossa própria personalidade. Entretanto, qualquer eventualidade desagradável que ocorra neste período, poderá afetar a auto-estima quando adultos.
Alguns dos fatores que levam a perda da auto-estima são: frustrações, decepções, situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada do que fazemos. Aqui chegamos a um ponto crucial que necessita ser ressaltado.
Em nosso dia-a-dia nos deparamos com situações que muitas vezes nos deixam extremamente aborrecidos, estressados e até mesmo agressivos, e diante dessas situações nos perguntamos, como agir para evitar futuros problemas em decorrência desses fatos?
Não há dúvida que, lidar, conviver e trabalhar com pessoas, é uma experiência que devemos saber conduzir, até mesmo porque cada um possui sua personalidade, seus conhecimentos, enfim sua "bagagem cultural" e devemos saber respeitar isso, ou seja, respeitar as limitações e o ambiente (espaço) de cada pessoa, e partir desse momento estamos começando a executar essa difícil tarefa de convivência.
Mas qual a relação da auto-estima com as relações interpessoais?
A resposta é simples, quando a auto-estima de uma pessoa está baixa, esta se sente inadequada, insegura, com dúvidas, incerteza do que realmente é, com um sentimento vago de não ser capaz. Culpam os outros pelos próprios erros, encaram todas as críticas como ataques pessoais e tornam-se dependentes de relações doentes. Nesses casos, o melhor que se deve fazer, primeiramente é identificar se essa pessoa passou por algum tipo de frustração, perda ou outro acontecimento negativo que possa ter ocorrido, em seguida procurar de maneira agradável e sutil, conversar e conhecer um pouco mais dessa pessoa, sobre quais foram os motivos que levaram a esse fato. Geralmente, a pessoa demonstrará resistência, principalmente se o indivíduo não possuir vínculo com a mesma. Entretanto, mesmo diante de qualquer eventualidade, o indivíduo deverá demonstrar parcimônia e oferecer uma espécie de "ombro amigo", pois, se cada vez que nos depararmos com situações como essas e reagirmos de forma indiferente ou agressiva a situação só tende a piorar.
Logo, a auto-estima também influencia na escolha dos relacionamentos. Aqueles com elevado amor-próprio em geral atraem pessoas com a mesma característica, gerando uniões saudáveis, criativas e harmoniosas. Já a baixa auto-estima acaba atraindo ou mantendo relacionamentos destrutivos e dolorosos.
Existe também uma relação direta e muito importante entre desempenho profissional e auto-estima, uma vez que, um indivíduo com segurança, confiança que busca a auto-realização, saberá impor corretamente suas opiniões de maneira que venha acrescentar à Organização.
Diante disso, o papel do gestor de RH, torna-se crucial neste processo, identificando e corrigindo possíveis casos de auto-estima baixa, o que gera desmotivação, e consequentemente perdas à empresa.

Este texto foi elaborado com base no endereço: http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/021129_psy_auto_estima.htm

RECURSOS HUMANOS - RECRUTAMENTO E SELEÇÃO

Como conduzir entrevistas eficazes

Entrevistas de Seleção:

Estabeleça um tempo flexível para a entrevista e não ultrapasse esse tempo, principalmente se houver mais entrevistados.
Siga um padrão de tempo e questões dependendo dos entrevistados.
Dicas para mostrar-se amigável e encorajador:
Inclinar-se para frente ou sentar-se na beirada da cadeira;
Remover barreiras físicas (mesas, por exemplo);
Sentar-se ao lado do entrevistado (para examinar um documento);
Oferecer ao entrevistado um cafezinho ou em refrigerante (é difícil para o entrevistado manter uma postura negativa enquanto segura uma xícara ou um copo).
Confirmar a fala do entrevistado com “ham hans” e “hum huns”.
Se o candidato não se sair bem na resposta de alguma pergunta, não faça nenhuma anotação, em seguida faça uma outra pergunta mais fácil de ser respondida e só então anote.

Dicas para desencorajar ou controlar o entrevistado:

Franzir a testa, discordar, interromper a fala do outro;
Falar depressa demais;
Ignorar feedback ou perguntas;
Mudar de assunto repentinamente;
Dar ordens em vez de ouvir;
Evitar contato visual.

Perguntas que “matam” e que “dão vida” a uma entrevista:

Perguntas que começam com: Quem, Onde ou Quando tendem a receber respostas curtas ou factuais que “matam” uma conversa.
Já perguntas que começam com: Por que, Como ou O quê, dão vida a uma conversação.

Perguntas a serem consideradas:

1-Quais são as qualificações acadêmicas do candidato? Só as qualificações já dão uma indicação confiável da real competência do candidato?
2-Existe qualquer aptidão ou habilidade intelectual específica que necessita ser testada em separado?
3-Que treinamento profissional o candidato deve ter tido ou deve estar disposto a fazer para, para ocupar o cargo pretendido?

Entrevista de Demissão:

Normalmente nas entrevistas de demissão, o clima é mais descontraído, mais amigável, isto beneficia a qualidade da entrevista, já que, com isto o demissionário poderá revelar fatos ou acontecimento importantes para a empresa.
Portanto:
Trate-o com cortesia;
Agradeça-o por ele ter vindo para a entrevista.

Pontos a serem considerados:

Receba bem o demissionário e deixe-o à vontade.
Estabeleça um clima de descontração.
Conquiste a confiança do demissionário.
Lembre-se que agora é o ponto de vista do demissionário que importa, e não o seu.
Esteja preparado para ouvir sem reagir; as críticas mais úteis podem ser as mais difíceis de engolir.
Pesquise o histórico profissional do demissionário.
Expresse pesar por ele estar de partida.
Evite defender a empresa, mais corrija qualquer fato ou opinião errônea sobre a mesma.
Anote críticas mais sérias que forem feitas.
Insistir no mesmo assunto até que as suas perguntas sejam respondidas com clareza.
Termine a entrevista com uma pergunta direta (Incentivando uma resposta do tipo sim ou não).
Agradeça a atenção do demissionário e deseje-lhe boa sorte.

Essas dicas foram extraídas do Livro " Como entrevistar e ser entrevistado". Lapidadas e organizadas por mim.
José Valter da Silva.

CONSULTORIA ORGANIZACIONAL

A importância da elaboração de um bom Planejamento Estratégico e uma consultoria de Recursos Humanos nas empresas.

Toda empresa deseja crescer e adquirir novos mercados, independentemente de seu porte. Para isso, toma decisões estratégicas em relação ao seu posicionamento de mercado que determinam a forma como será percebida por seus clientes, consumidores e parceiros. Não importa o segmento, indústria, comércio ou serviços. Mas o que muitas empresas não sabem e/ou não adotam é que essas decisões estratégicas precisam estar coerentes com o mercado em questão, caso contrário, isso não terá efeito.
Outro fator que deve ser considerado, é em relação aos recursos humanos disponíveis na Organização, isto é, a equipe de colaboradores deve estar comprometida com os objetivos da empresa, executando as atividades de acordo com a política estabelecida pela Organização.
Entretanto, nem todas as empresas percebem essa necessidade ou se percebem não dão a devida importância, o que consequentemente ocasiona inúmeros problemas e transtornos que muitas vezes poderiam ser evitados.
Não precisamos ir longe, para encontrarmos empresas mal administradas ou com administradores precários, que não possuem sequer o mínimo de noção de gestão de negócios.
Empresas de grande porte, entregam sua administração à pessoas despreparadas para ocuparem cargos, muitos deles de gestão, o que agrava ainda mais a situação.
Nesse contexto, nos deparamos com situações e fatos muitos deles inaceitáveis para nossa concepção. Um exemplo claro que podemos citar, é de uma empresa que entrega sua Direção de Recursos Humanos à um profissional que não sabe nem ao menos manter uma relação interpessoal harmoniosa com os demais colaboradores, agindo com arrogância, egoísmo e muitas vezes tendo atitudes egocêntricas.
Mas o que fazer diante de uma situação como essa?
A resposta é simples. Objetividade. Qual o objetivo da minha empresa perante meus concorrentes e os meu clientes? Onde quero chegar? Qual minha missão e a Visão que tenho do futuro? Será que com profissionais como este, vou conseguir atingir meu objetivos?
A resposta obviamente é não. O mercado não admite e não perdoa profissionais como estes e com certeza, mais cedo ou mais tarde, estes serão abolidos pelo mesmo.
Portanto, os empresários precisam tomar cuidado com este tipo de situação, estando atento a qualquer eventualidade negativa que possa vir a ocorrer, uma vez que, não são somente os clientes externos que dão lucratividade para a empresa, os "clientes internos" chamados de colaboradores são os que mais interferem nesse aspecto.
E se sua empresa mantém profissionais deste segmento não importa a área ou a hierarquia, os resultados a longo prazo serão frustrantes e dolorosos.

Postado por José Valter da Silva - 22/09/2009.

Autoria do artigo, SILVA José Valter, 2009.

Comentários sobre o Livro: "Como se tornar um líder servidor."

Os princípios de liderança de “O Monge e o Executivo”.

O autor James C. Hunter, nesta obra ressalta os princípios de liderança destacando alguns pontos culminantes sobre a mesma.
Como ele mesmo define, liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter.
Segundo ele, liderança tem a ver com caráter, uma vez que, se trata de fazer a coisa certa. Ele define liderança como sendo o posto de gerência, dizendo que gerência é o que fazemos e Liderança é o que somos.
Liderar é a capacidade de influenciar as pessoas para o bem, fazendo com estas contribuam com entusiasmo de preferência com o coração, a mente, a criatividade, a excelência e outros recursos. E se tornem as melhores que são capazes de ser.
Liderança não é sinônimo de gerência, mas sim de influência, influência esta que faz com as pessoas ajam de maneira melhor.
Hunter cita uma frase dita por um sábio general: “O primeiro passo de qualquer líder é criar novos líderes.”
Ele também diferencia PODER de AUTORIDADE, dizendo que poder é capacidade de obrigar os outros a fazer alguma coisa, diz ainda que poder, pode ser comprado e vendido, dado e retirado, mas autoridade não. Autoridade para ele é a capacidade ou habilidade de levar os outros a fazerem de bom grado sua vontade.
Com relação às empresas, disse ele que estas não existem para dar lucro, mas sim para atender as necessidades humanas.
Hunter traça alguns pontos cruciais para que possamos nos tornar um líder servidor. São eles:
RESPEITO: não é algo que você ganha quando se torna líder. O respeito é conquistado quando você é o líder.
ALTRUÍSMO: atender as necessidades das pessoas.
HONESTIDADE: não enganar ninguém.
COMPROMISSO: ser fiel à sua escolha.
PACIÊNCIA: ter paciência é demonstrar autocontrole.
GENTILIEZA: tratar os outros com cortesia.
HUMILDADE: demonstração de ausência de orgulho, arrogância ou pretensão; comportamento autêntico.
RESPEITO: tratar os outros com devida importância.
PERDÃO: deixar prá lá os ressentimentos.
As pessoas deverão acreditar no líder e confiar em suas palavras.
“Se você não acredita no mensageiro, não vai acreditar na mensagem.”
Um líder que usa poder para governar pessoas, logo perde seu posto. (e pode ter certeza que isso é fato).
Responsabilidade se resume em: REAÇÃO + CAPACIDADE.
Considerando todos os tópicos relatados no livro pelo autor, é preciso lembrar que, para que possamos nos tornar um líder servidor, é necessário primeiramente sermos líderes e para isso é necessário alguns fatores como; respeito, honestidade, gentileza, humildade, entre outros já citados anteriormente. Acima de tudo torna-se necessário uma mudança em nosso ser, isto é, se somos impacientes, devemos aprender a ter paciência, se somos descompromissados, devemos aprender a ser comprometidos e assim por diante, pois, se exigimos isso dos outros, é necessário que sejamos visto como exemplo dentro da Organização.
E sem perceber, ao tomarmos essas atitudes, automaticamente estamos servindo os outros, e se estamos servindo na posição de líder, logo somos um Líder servidor.