Um novo estudo realizado pela jornalista norte-americana Laura Vanderkam
reporta que as pessoas que são matinais têm um nível de sucesso maior
do que as outras. Para a pesquisa ela entrevistou diversas pessoas,
entre eles o antigo CEO da PEPSI Steve Reinemund que ia para a esteira
às 5 da manhã antes de começar seu expediente. Premissas do sucesso
Este Blog foi criado com o intuito de promover interação entre aqueles que possuem ligação com a área de Administração e negócios ou aqueles que se interessam pelo assunto. Os artigos aqui postados, expressam opiniões sobre vários assuntos e áreas específicas, além de outros artigos com temas diversos. Leia-os e deixe seu comentário. Caso queira informações. E-mail: valter_0020@hotmail.com. Obrigado pela visita e boa leitura!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
As vantagens de acordar cedo e como conseguir essa proeza
Um novo estudo realizado pela jornalista norte-americana Laura Vanderkam
reporta que as pessoas que são matinais têm um nível de sucesso maior
do que as outras. Para a pesquisa ela entrevistou diversas pessoas,
entre eles o antigo CEO da PEPSI Steve Reinemund que ia para a esteira
às 5 da manhã antes de começar seu expediente. terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Por que nós gastamos tanto dinheiro?
Os adventos da revolução industrial trouxeram consigo mudanças
significativas na forma como as pessoas entendem o meio à sua volta. A
principal delas talvez seja a nossa incapacidade de avaliar qualquer
coisa fora de uma perspectiva quantitativa, mesmo que de forma indireta.
Ou seja, nossas escolhas são orientadas sempre por quantidades, mesmo
que de elementos intangíveis como o quanto de satisfação ou de prazer
esperamos sentir numa alternativa.http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/por-que-nos-gastamos-tanto-dinheiro/67602/#.UL5Nya-gO3U.facebook. Acesso em 30 de Novembro de 2012.
terça-feira, 27 de novembro de 2012
9 coisas que um chefe não pode dizer ao empregado
sábado, 1 de setembro de 2012
8 coisas que você precisa entender sobre pessoas para liderar equipes!
Você é um gerente financeiro de uma companhia? É o vice-presidente de
operações? Ou quem sabe o diretor de desenvolvimento? Não importa. No
fundo, você é um gestor de pessoas. Independentemente da indústria, da
empresa, ou mesmo do título do cargo, todos os gerentes são gestores de
pessoas, toda gestão é uma gestão de gente.Pessoas são indivíduos
Independentemente das generalizações que virão a seguir, é importante lembrar-se de que não existem duas pessoas iguais. Elas têm sonhos individuais e preocupações individuais. Suas mentes funcionam de forma diferente. Ouvem e enxergam de forma diferente. E, principalmente, são motivadas por coisas diferentes.
Pessoas são imprevisíveis
Pessoas são egoístas
Pessoas são generosas
Pessoas são volúveis
Pessoas são medrosas
As pessoas são um barato
Gente quer ser liderada
sexta-feira, 6 de julho de 2012
Tudo que vicia começa com "C"
Há momentos na vida de um ser humano em que ele se vê sem nada
realmente interessante pra fazer. Assim, sem companhia, computador ou
iPod e com celular fora de serviço, numa viagem de ônibus para Cruz
Alta, fui obrigado a me divertir com os meus próprios pensamentos. Por
alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia
um tanto sinistra: vícios.sábado, 26 de fevereiro de 2011
GESTÃO DE PESSOAS - Eficácia em contratações
Saiba contratar e não seja demitido pelo mercadoA Administração dos recursos humanos representa em sua maioria a área de maior influência nos resultados de uma empresa.
Gerenciar pessoas, envolve muito mais que simplesmente atuar no planejamento e gerenciamento dos subsistemas de gestão de pessoal. Realizar corretamente os processos de treinamento e desenvolvimento, avaliação de desempenho, atuar no gerenciamento de cargos e salários, rotinas de pessoal, benefícios, identificar e desenvolver novos de talentos.
Gerenciar efetivamente os recursos humanos implica em realizar corretamente o processo inicial, ou seja, o recrutamento e a seleção.
Recrutar e selecionar pessoas é um processo árduo e que merece a devida atenção de todos os envolvidos, uma vez que, é através do mesmo que os novos colaboradores serão inseridos no ambiente organizacional, passando a fazer parte da organização e conseqüentemente dos seus resultados.
Normalmente, a maioria das empresas transmite esta ação a profissionais preparados e qualificados para tal atribuição, sendo estes psicólogos ou administradores especializados nessa área.
Ocorre que, na maioria das vezes as organizações concedem essa competência a profissionais despreparados e mal qualificados realizando de maneira insatisfatória e desqualificada este processo.
Subjugar uma informação durante uma entrevista pode prejudicar não somente o candidato, mas também a imagem da empresa.
As perguntas devem ser concisas e estritamente profissionais. A vida pessoal do candidato não deve ser colocada em questão, visto que, o que acontece fora do ambiente e expediente de trabalho, desde que, não interfira nas ações da empresa, só diz respeito a pessoa, e não compete a empresa entrar nesse mérito.
- Como as empresas devem lidar com as saídas dos funcionários, principalmente com os custos provenientes da rescisão?
Não há dúvidas que, a saída precoce de um funcionário demande custos e despesas. Não se identificar com o cargo, com o ambiente de trabalho, com seus superiores e com outros fatores organizacionais, ocasiona na rescisão ainda no período de experiência.
Entretanto, mesmo não sendo agradável para ambas as partes, isso é absolutamente comum e as empresas precisam aprender a lidar com isso.
Oferecer credibilidade, confiabilidade e segurança aos novos colaboradores, têm ajudando muitas empresas a reduzirem seu turnover* e conseqüentemente a obter um ambiente de trabalho mais agradável e desenvolvido.
Mas, se durante o processo de contratação o colaborador se deparar com intimidações dessa natureza, compreendendo inclusive que isso acontece com freqüência na empresa, ao aceitar o cargo isso se tornará a repetir, pois não existe credibilidade e segurança passado por quem deveria dar boas vindas ao novo funcionário.
Na verdade, muitos empreendedores não estão cientes do que acontece com a gestão de pessoal de sua empresa e, na maioria das vezes não acompanha de perto esse processo, justamente por entender que o profissional de recursos humanos designado para tal, atue de maneira eficaz nesse quesito.
Todavia, são surpreendidos com altas taxas de rotatividade de pessoal, desmotivação constante, queda e ineficiência nos resultados.
Que atitude tomar nesse caso?
A resposta é simples. Saber recrutar e selecionar o profissional dessa área.
Fazendo uma contratação efetiva, conseqüentemente as outras contratações serão bem-sucedidas e tendo uma equipe altamente treinada e qualificada os resultados serão prósperos e desejáveis.
*Turnover= rotatividade de pessoal.
“Os verdadeiros líderes não formam apenas seguidores, formam outros líderes!” César Souza
Postado por José Valter da Silva.
Autoria do artigo SILVA, José Valter, 2011.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
ESTRATÉGIA EM FOCO OPERACIONAL
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
MOTIVAÇÃO PESSOAL
Felicidade onde encontrá-la?Certamente qualquer pessoa já se deparou com essa pergunta. Onde encontrar a felicidade? Como encontrar? E até mesmo como mantê-la?
Todavia, a resposta para essas e demais questões, certamente não são tão simples de serem respondidas.
Há pessoas que, buscam ser felizes através de formas simples, objetiva e saudável, outras não.
Há aquelas que por mais satisfeitas que estejam com sua vida, sempre encontram um motivo para reclamar e/ou questionar sobre sua situação seja ela qual for.
A verdade é, que nem todas as pessoas pensam, agem e tomam atitudes semelhantes, e por esse motivo possuem ânsias e expectativas distintas.
Logo, tomando como referência a realidade atual em que vivemos e diante dos mais diversos fatos que ocorrem ao longo da nossa vida, pode-se perceber que, na maioria das vezes um simples e pequeno gesto de solidariedade que para alguns pode parecer banal, para outros pode ser o algo que faltava para ser feliz.
Em nossa sociedade, nos deparamos com pessoas que vivem constantemente em busca de sucesso profissional, buscando a cada dia o emprego ou a carreira de seus sonhos, agindo muitas vezes de forma desleal para conquistar isso. Não que a busca pelo sucesso seja ruim, pelo contrário, devemos visar o progresso e a auto-realização pessoal e profissional, mas devemos fazer isto de maneira saudável e correta, visto que, assim estaremos conquistando o sucesso e não correndo atrás dele.
A partir do momento que as pessoas tornarem-se cientes de que o propósito da vida é viver, e viver bem, respeitando os limites e direitos do próximo, possuindo uma espécie de amadurecimento, estas darão conta de que, a felicidade não está além daquilo que imaginamos, entretanto, a felicidade está nos gestos, nas ações e nas atitudes que tomamos para sermos felizes.
“Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.” Mahatma Gandhi
Postado por José Valter da Silva.
Autoria do artigo, SILVA, José Valter, 2009.
sábado, 3 de outubro de 2009
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NAS ORGANIZAÇÕES
DESVENDANDO A ESTRATÉGIA.Origem da palavra Estratégia:
Vem do grego antigo – Strategos.
Stratos – Exército e Ago – Comando/Liderança.
Quando falamos de pensamento estratégico, logo nos deparamos com a metáfora de guerra. Uma vez que, estratégia é a ciência das operações militares, isto é, a estratégia nasceu em função das guerras/batalhas. Diante disso, o uso da expressão “vencer ou morrer”, assim como na vida empresarial, ou você adota estratégias eficazes e vence seus concorrentes ou está sujeito a falência.
Falando de maneira bem especifica, podemos descrever a estratégia como sendo uma combinação engenhosa para conseguir um fim, ressaltando que, tudo se inicia do pensamento e este por sua vez gera estratégias.
Ainda dentro do conceito estratégia, vale ressaltar que, nem todos podem fazer o uso da mesma, por exemplo, quem trabalha somente nos níveis táticos e operacionais.
Quem trabalha no nível operacional geralmente trabalha no “escuro”, sem ter uma visão do futuro, ou seja, os tomadores de decisão optam pela melhor estratégia ou a que possui melhor propensão de trazer um resultado positivo, e assim delegam a execução dessa estratégia a área laboral, e esta por sua vez, somente executa sem ao menos saber o resultado (feedback) da mesma.
Considerando os níveis Organizacionais, vale ressaltar alguns pontos;
Nível Alto (Estratégico): é a parte da formulação do pensamento. Nesse nível, monta-se e elabora-se o planejamento, há espaço para receio, isto é cautela.
Dentro desse contexto deve-se estar atento aos sinais, uma vez que, alguns sinais são visíveis e perceptíveis, podendo ser corrigidos. Vale ressaltar que, o sinal deve ser percebido através dos ruídos, não devendo estes ser evidentes.
No nível Alto ainda podemos realizar um ajuste da rota, isto é, para onde estamos caminhando? Estamos indo de acordo com o que foi estabelecido? É nesse ponto que devemos acompanhar a Missão, Visão e Valores da Organização, pois trata-se do Macro ambiente.
Nível Intermediário (Tático): implica em estabelecer normas, procedimentos, enfim algo que já foi pensado e que precisa ser executado.
Neste nível o receio deve ser suprimido, visto que, há pouco tempo para pesquisa.
Os sinais dentro desse nível são mais evidentes, portanto os ruídos se tornam mais intensos, pois espera-se que o estrategista já tenha tomado conhecimento sobre os mesmo (captação). Seria algo que veio automaticamente do nível Alto para o nível Intermediário.
Neste ponto, deve ser trabalhada a questão da adaptação aos ajustes. Projetos. "Colocar o carro na estrada", conforme objetivos já estabelecidos.
Nível de Supervisão (Operacional ou Laboral): trata-se da execução propriamente dita. Geralmente não há tempo para mudança (é o que é), ou seja, apenas deve-se executar, sem comentários. Normalmente muitas coisas acabam “estorando” nesse nível.
Nesse nível os sinais não são mais ruídos, são evidentes e imediatos.
Trata-se do Micro ambiente, metas operacionais e planos pontuais.
Entretanto, um conjunto de metas é o desdobramento dos objetivos.
Se a execução for bem concluída, significa que atingimos os objetivos propostos, e conseqüentemente estamos conduzindo a Organização para as estratégias que foram pensadas.
Construção das estratégias:
O pensar, o agir estrategicamente é avançar com entusiasmo, ESTOICISMO, coragem inata e ambição dominadora e longa experiência com o perigo, tudo isto para os objetivos não parecerem difíceis.
Um objetivo, num primeiro momento pode parecer difícil, mas se uma guerra parecer difícil, as pessoas já entram derrotadas, ou seja, nada é fácil, portanto deve-se estabelecer critérios de importância e seguir em frente sem medo de perder.
Não existe batalha fácil, pois se fosse fácil qualquer um poderia competir. A incerteza sempre serve como fonte de ajustamento de rota.
“Os verdadeiros estrategistas não podem lamentar a incerteza, mas tomá-la como manancial de toda sua arte.”
Adquirindo vantagem competitiva:
Ter vantagem competitiva é estar à frente do concorrente, nada mais do que ser pioneiro em determinadas situações.
Ex: consolidar o setor.
Outrossim, consolidar o setor, trata-se de aprofundar o conhecimento nessa área e tirar vantagem sobre isso (diferencial).
Invadir determinadas situações, isto é, chegar primeiro. Além de comprometer-se com a situação (envolver-se).
Busca da liderança, buscar ser ou estar entre os primeiros.
Deve-se avançar em tecnologia, desenvolver métodos eficazes utilizando a tecnologia existente na empresa e sempre pensar nas despesas operacionais, bem como, nas despesas financeiras.
Exemplo: Uma empresa bastante conceituada no mercado que, possui uma excelente quantidade de vendas e clientes fiéis, de repente “quebra”.
O que isso quer dizer?
Nem sempre o desempenho operacional poderá trazer problemas, neste caso a falência ocorreu em virtude de problemas financeiros (dinheiro em caixa insuficiente para pagar as despesas).
Considerações sobre a Estratégia:
Não temos estratégias prontas nem montadas, visto que, a estratégia é algo abstrato que devemos buscar respondendo as seguintes questões:
Qual a estratégia certa?
Qual a estratégia ajustável?
Não podemos ver adiante, sem ter algo em mente, pré-estabelecido. Assim como, ver atrás, analisar o contexto histórico:
Como chegamos até aqui?
Qual era nossa perspectiva?
Trata-se da análise dos dados passados.
Palavras comumente utilizadas nesse contexto:
ESTOICISMO: livra-se das coisas difíceis, ou incômodas. Livrar-se das adversidades.
PARADIGMA: é tratado como o castigo do homem, pois tende a acomodar em determinada situação. Muitas vezes, essa situação é desfavorável, mas mesmo assim, insistimos em ficar (zona de conforto).
BENCHMARKETING: buscar as melhores referências, buscar a melhores idéias.
EGRÉGORA: reunião de um grupo de pessoas, com um objetivo bom. Energia positiva ou atmosfera grupal.
“Ao olharmos a floresta do alto, avistamos um tapete.”
Referências:
MINTZBERG, Henry. Safári da estratégia: um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Porto Alegre, Ed. Bookman, 2000.
MINTZBERG, Henry. O processo da estratégia: conceitos; contextos e casos selecionados. Porto Alegre. Ed. Bookman, 2006.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
RECURSOS HUMANOS - MOTIVAÇÃO

Auto-estima e o fator Motivacional
A Auto-estima é a opinião e o sentimento que cada um tem por si mesmo. É ter consciência de seu valor pessoal, acreditar, respeitar e confiar em si.
Quando unificamos a auto-estima com o amor-próprio, sanamos qualquer tipo de eventualidade adversa à normalidade que possa vir a ocorrer, isto é, doenças emocionais, tristezas, angústias ou sensações de mal-estar simplesmente desaparecem, uma vez que, enviamos para nosso cérebro somente mensagens positivas e agradáveis e este por sua vez as liberam em nosso organismo.
A auto-estima é formada na infância, geralmente até os 7 anos de idade, quando começamos a criar e estabelecer nossa própria personalidade. Entretanto, qualquer eventualidade desagradável que ocorra neste período, poderá afetar a auto-estima quando adultos.
Alguns dos fatores que levam a perda da auto-estima são: frustrações, decepções, situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada do que fazemos. Aqui chegamos a um ponto crucial que necessita ser ressaltado.
Em nosso dia-a-dia nos deparamos com situações que muitas vezes nos deixam extremamente aborrecidos, estressados e até mesmo agressivos, e diante dessas situações nos perguntamos, como agir para evitar futuros problemas em decorrência desses fatos?
Não há dúvida que, lidar, conviver e trabalhar com pessoas, é uma experiência que devemos saber conduzir, até mesmo porque cada um possui sua personalidade, seus conhecimentos, enfim sua "bagagem cultural" e devemos saber respeitar isso, ou seja, respeitar as limitações e o ambiente (espaço) de cada pessoa, e partir desse momento estamos começando a executar essa difícil tarefa de convivência.
Mas qual a relação da auto-estima com as relações interpessoais?
A resposta é simples, quando a auto-estima de uma pessoa está baixa, esta se sente inadequada, insegura, com dúvidas, incerteza do que realmente é, com um sentimento vago de não ser capaz. Culpam os outros pelos próprios erros, encaram todas as críticas como ataques pessoais e tornam-se dependentes de relações doentes. Nesses casos, o melhor que se deve fazer, primeiramente é identificar se essa pessoa passou por algum tipo de frustração, perda ou outro acontecimento negativo que possa ter ocorrido, em seguida procurar de maneira agradável e sutil, conversar e conhecer um pouco mais dessa pessoa, sobre quais foram os motivos que levaram a esse fato. Geralmente, a pessoa demonstrará resistência, principalmente se o indivíduo não possuir vínculo com a mesma. Entretanto, mesmo diante de qualquer eventualidade, o indivíduo deverá demonstrar parcimônia e oferecer uma espécie de "ombro amigo", pois, se cada vez que nos depararmos com situações como essas e reagirmos de forma indiferente ou agressiva a situação só tende a piorar.
Logo, a auto-estima também influencia na escolha dos relacionamentos. Aqueles com elevado amor-próprio em geral atraem pessoas com a mesma característica, gerando uniões saudáveis, criativas e harmoniosas. Já a baixa auto-estima acaba atraindo ou mantendo relacionamentos destrutivos e dolorosos.
Existe também uma relação direta e muito importante entre desempenho profissional e auto-estima, uma vez que, um indivíduo com segurança, confiança que busca a auto-realização, saberá impor corretamente suas opiniões de maneira que venha acrescentar à Organização.
Diante disso, o papel do gestor de RH, torna-se crucial neste processo, identificando e corrigindo possíveis casos de auto-estima baixa, o que gera desmotivação, e consequentemente perdas à empresa.
Este texto foi elaborado com base no endereço: http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet/colunas/021129_psy_auto_estima.htm
RECURSOS HUMANOS - RECRUTAMENTO E SELEÇÃO
Entrevistas de Seleção:
Estabeleça um tempo flexível para a entrevista e não ultrapasse esse tempo, principalmente se houver mais entrevistados.
Siga um padrão de tempo e questões dependendo dos entrevistados.
Dicas para mostrar-se amigável e encorajador:
Inclinar-se para frente ou sentar-se na beirada da cadeira;
Remover barreiras físicas (mesas, por exemplo);
Sentar-se ao lado do entrevistado (para examinar um documento);
Oferecer ao entrevistado um cafezinho ou em refrigerante (é difícil para o entrevistado manter uma postura negativa enquanto segura uma xícara ou um copo).
Confirmar a fala do entrevistado com “ham hans” e “hum huns”.
Se o candidato não se sair bem na resposta de alguma pergunta, não faça nenhuma anotação, em seguida faça uma outra pergunta mais fácil de ser respondida e só então anote.
Dicas para desencorajar ou controlar o entrevistado:
Franzir a testa, discordar, interromper a fala do outro;
Falar depressa demais;
Ignorar feedback ou perguntas;
Mudar de assunto repentinamente;
Dar ordens em vez de ouvir;
Evitar contato visual.
Perguntas que “matam” e que “dão vida” a uma entrevista:
Perguntas que começam com: Quem, Onde ou Quando tendem a receber respostas curtas ou factuais que “matam” uma conversa.
Já perguntas que começam com: Por que, Como ou O quê, dão vida a uma conversação.
Perguntas a serem consideradas:
1-Quais são as qualificações acadêmicas do candidato? Só as qualificações já dão uma indicação confiável da real competência do candidato?
2-Existe qualquer aptidão ou habilidade intelectual específica que necessita ser testada em separado?
3-Que treinamento profissional o candidato deve ter tido ou deve estar disposto a fazer para, para ocupar o cargo pretendido?
Entrevista de Demissão:
Normalmente nas entrevistas de demissão, o clima é mais descontraído, mais amigável, isto beneficia a qualidade da entrevista, já que, com isto o demissionário poderá revelar fatos ou acontecimento importantes para a empresa.
Portanto:
Trate-o com cortesia;
Agradeça-o por ele ter vindo para a entrevista.
Pontos a serem considerados:
Receba bem o demissionário e deixe-o à vontade.
Estabeleça um clima de descontração.
Conquiste a confiança do demissionário.
Lembre-se que agora é o ponto de vista do demissionário que importa, e não o seu.
Esteja preparado para ouvir sem reagir; as críticas mais úteis podem ser as mais difíceis de engolir.
Pesquise o histórico profissional do demissionário.
Expresse pesar por ele estar de partida.
Evite defender a empresa, mais corrija qualquer fato ou opinião errônea sobre a mesma.
Anote críticas mais sérias que forem feitas.
Insistir no mesmo assunto até que as suas perguntas sejam respondidas com clareza.
Termine a entrevista com uma pergunta direta (Incentivando uma resposta do tipo sim ou não).
Agradeça a atenção do demissionário e deseje-lhe boa sorte.
Essas dicas foram extraídas do Livro " Como entrevistar e ser entrevistado". Lapidadas e organizadas por mim.
CONSULTORIA ORGANIZACIONAL
A importância da elaboração de um bom Planejamento Estratégico e uma consultoria de Recursos Humanos nas empresas.Toda empresa deseja crescer e adquirir novos mercados, independentemente de seu porte. Para isso, toma decisões estratégicas em relação ao seu posicionamento de mercado que determinam a forma como será percebida por seus clientes, consumidores e parceiros. Não importa o segmento, indústria, comércio ou serviços. Mas o que muitas empresas não sabem e/ou não adotam é que essas decisões estratégicas precisam estar coerentes com o mercado em questão, caso contrário, isso não terá efeito.
Outro fator que deve ser considerado, é em relação aos recursos humanos disponíveis na Organização, isto é, a equipe de colaboradores deve estar comprometida com os objetivos da empresa, executando as atividades de acordo com a política estabelecida pela Organização.
Entretanto, nem todas as empresas percebem essa necessidade ou se percebem não dão a devida importância, o que consequentemente ocasiona inúmeros problemas e transtornos que muitas vezes poderiam ser evitados.
Não precisamos ir longe, para encontrarmos empresas mal administradas ou com administradores precários, que não possuem sequer o mínimo de noção de gestão de negócios.
Empresas de grande porte, entregam sua administração à pessoas despreparadas para ocuparem cargos, muitos deles de gestão, o que agrava ainda mais a situação.
Nesse contexto, nos deparamos com situações e fatos muitos deles inaceitáveis para nossa concepção. Um exemplo claro que podemos citar, é de uma empresa que entrega sua Direção de Recursos Humanos à um profissional que não sabe nem ao menos manter uma relação interpessoal harmoniosa com os demais colaboradores, agindo com arrogância, egoísmo e muitas vezes tendo atitudes egocêntricas.
Mas o que fazer diante de uma situação como essa?
A resposta é simples. Objetividade. Qual o objetivo da minha empresa perante meus concorrentes e os meu clientes? Onde quero chegar? Qual minha missão e a Visão que tenho do futuro? Será que com profissionais como este, vou conseguir atingir meu objetivos?
A resposta obviamente é não. O mercado não admite e não perdoa profissionais como estes e com certeza, mais cedo ou mais tarde, estes serão abolidos pelo mesmo.
Portanto, os empresários precisam tomar cuidado com este tipo de situação, estando atento a qualquer eventualidade negativa que possa vir a ocorrer, uma vez que, não são somente os clientes externos que dão lucratividade para a empresa, os "clientes internos" chamados de colaboradores são os que mais interferem nesse aspecto.
E se sua empresa mantém profissionais deste segmento não importa a área ou a hierarquia, os resultados a longo prazo serão frustrantes e dolorosos.
Postado por José Valter da Silva - 22/09/2009.
Autoria do artigo, SILVA José Valter, 2009.
Comentários sobre o Livro: "Como se tornar um líder servidor."
Os princípios de liderança de “O Monge e o Executivo”.O autor James C. Hunter, nesta obra ressalta os princípios de liderança destacando alguns pontos culminantes sobre a mesma.
Como ele mesmo define, liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir objetivos comuns, inspirando confiança por meio da força do caráter.
Segundo ele, liderança tem a ver com caráter, uma vez que, se trata de fazer a coisa certa. Ele define liderança como sendo o posto de gerência, dizendo que gerência é o que fazemos e Liderança é o que somos.
Liderar é a capacidade de influenciar as pessoas para o bem, fazendo com estas contribuam com entusiasmo de preferência com o coração, a mente, a criatividade, a excelência e outros recursos. E se tornem as melhores que são capazes de ser.
Liderança não é sinônimo de gerência, mas sim de influência, influência esta que faz com as pessoas ajam de maneira melhor.
Hunter cita uma frase dita por um sábio general: “O primeiro passo de qualquer líder é criar novos líderes.”
Ele também diferencia PODER de AUTORIDADE, dizendo que poder é capacidade de obrigar os outros a fazer alguma coisa, diz ainda que poder, pode ser comprado e vendido, dado e retirado, mas autoridade não. Autoridade para ele é a capacidade ou habilidade de levar os outros a fazerem de bom grado sua vontade.
Com relação às empresas, disse ele que estas não existem para dar lucro, mas sim para atender as necessidades humanas.
Hunter traça alguns pontos cruciais para que possamos nos tornar um líder servidor. São eles:
RESPEITO: não é algo que você ganha quando se torna líder. O respeito é conquistado quando você é o líder.
ALTRUÍSMO: atender as necessidades das pessoas.
HONESTIDADE: não enganar ninguém.
COMPROMISSO: ser fiel à sua escolha.
PACIÊNCIA: ter paciência é demonstrar autocontrole.
GENTILIEZA: tratar os outros com cortesia.
HUMILDADE: demonstração de ausência de orgulho, arrogância ou pretensão; comportamento autêntico.
RESPEITO: tratar os outros com devida importância.
PERDÃO: deixar prá lá os ressentimentos.
As pessoas deverão acreditar no líder e confiar em suas palavras.
“Se você não acredita no mensageiro, não vai acreditar na mensagem.”
Um líder que usa poder para governar pessoas, logo perde seu posto. (e pode ter certeza que isso é fato).
Responsabilidade se resume em: REAÇÃO + CAPACIDADE.
Considerando todos os tópicos relatados no livro pelo autor, é preciso lembrar que, para que possamos nos tornar um líder servidor, é necessário primeiramente sermos líderes e para isso é necessário alguns fatores como; respeito, honestidade, gentileza, humildade, entre outros já citados anteriormente. Acima de tudo torna-se necessário uma mudança em nosso ser, isto é, se somos impacientes, devemos aprender a ter paciência, se somos descompromissados, devemos aprender a ser comprometidos e assim por diante, pois, se exigimos isso dos outros, é necessário que sejamos visto como exemplo dentro da Organização.
E sem perceber, ao tomarmos essas atitudes, automaticamente estamos servindo os outros, e se estamos servindo na posição de líder, logo somos um Líder servidor.


